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Mostrando postagens com o rótulo poesia

Varal Literário: João Cabral de Mello Neto

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Nesse mês de janeiro nosso Varal Literário, que fica constantemente exposto no piso superior da Biblioteca Monteiro Lobato, homenageia o centenário de nascimento do poeta pernambucano João Cabral de Mello Neto. 
João Cabral de Melo Neto (Recife PE 1920 - Rio de Janeiro RJ 1999) publicou, em 1942, Pedra do Sono, seu primeiro livro de poesia. Em 1945 saiu O Engenheiro, livro em que apresenta os princípios do rigor, da clareza e da objetividade, características pelas quais sua obra se tornou conhecida. Nesse mesmo ano entrou para a diplomacia, carreira a que se dedicaria nas décadas seguintes; serviu na Espanha, na Inglaterra, na França e no Senegal. Em 1950 publicou O Cão sem Plumas, em cujos versos manifesta preocupações sociais.  Nos anos seguintes produziu várias obras poéticas, entre as quais Duas Águas (1956), Quaderna (1960), Morte e Vida Severina (1966) e A Educação pela Pedra (1967), com o qual ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia de 1967. A peça Morte e Vida Severina foi musicada por…

Conheça os 10 melhores poemas dos últimos 200 anos

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Se você gosta de poesia, não perca o ranking com 10 dos melhores poemas dos últimos 200 anos

Escolher os poemas favoritos é uma tarefa árdua para quem gosta de poesia. São tantos autores, movimentos literários e estilos de escrita que criar um ranking por conta própria pode ser bastante difícil. A Revista Bula elegeu os 10 melhores poemas dos últimos 200 anos. O resultado é o que você vê a seguir, em ordem de classificação de acordo com os nomes mais citados. Para ler o poema, basta clicar abaixo sobre o nome dele. Vale dizer que em alguns casos foram disponibilizados apenas trechos dos poemas devido aos direitos autorais de cada um: Melhores poemas: A Terra Desolada, de T. S. EliotMelhores poemas: Tabacaria, de Fernando PessoaMelhores poemas: A Máquina do Mundo, de Carlos Drummond de AndradeMelhores poemas: Os Homens Ocos, de T. S. EliotMelhores poemas: Velejando para Bizâncio, de William Buttler YeatsMelhores poemas: À Espera dos Bárbaros, de Konstantinos KaváfisMelhores poemas: O Cemi…

“Esquece o futuro. Ele não te pertence” – Um dos mais belos e reflexivos poemas de Montaigne

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“Esquece o futuro… ele não te pertence!
O presente te basta! Mas é preciso ser rápido, quando ele é mau presente E andar devagar quando se trata de saboreá-lo Expressões como: “passar o tempo” espelham bem a maneira de viver dessa prudente…. que imagina não haver coisa melhor pra fazer da vida. Deixam passar o presente, esquivam-se, ignoram o presente… Como se estar vivo fosse uma coisa desprezível… Porque a natureza nos deu a vida em condições tão favoráveis… que só mesmo por nossa culpa ela poderia se tornar pesada e inútil”. 
Montaigne
Fonte: http://www.portalraizes.com/esquece-o-futuro-ele-nao-te-pertence-um-dos-mais-belos-e-reflexivos-poemas-de-montaigne/

A poesia de Cecília Meireles.

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 Cecília Benevides de Carvalho Meireles foi uma poetisa, pintora, professora e jornalista brasileira. Biografia Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:

"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.

(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e soli…

Mude. Assim como o ano que se inicia sejamos novos.

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"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança; Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades.' Continuando... e nessas novas qualidades, alcançamos sonhos, metas, mudamos nossos destinos e fazemos novos amigos, paixões. Acho que em uma dessas mudanças onde o tempo passou/passa, conheci minha musa minha paixão."
Luis Vaz de Camões

"Para ganhar um Ano Novo que mereça esse nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo. Eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre."

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Para ganhar um Ano Novo que mereça esse nome, Você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo. Eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.


Carlos Drummond de Andrade

Fernando Pessoa: o poeta fingidor

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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

Fernando Pessoa

“Não Digas Nada!” por Fernando Pessoa

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Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender —
Tudo metade
De sentir e de ver…
Não digas nada
Deixa esquecer Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada…
Mas ali fui feliz
Não digas nada. Fernando Pessoa, in “Cancioneiro” Fonte: http://www.revistapazes.com/nao-digas-nada/

E você, já foi ridículo hoje?

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Todas as cartas de amor… Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas. As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

“Colhe o dia, porque és ele”, por Ricardo Reis (heterônimo de Fernando Pessoa)

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Colhe o Dia, porque És Ele Uns, com os olhos postos no passado,
Vêem o que não vêem: outros, fitos
Os mesmos olhos no futuro, vêem
O que não pode ver-se. Por que tão longe ir pôr o que está perto —
A segurança nossa? Este é o dia,
Esta é a hora, este o momento, isto
É quem somos, e é tudo. Perene flui a interminável hora
Que nos confessa nulos. No mesmo hausto
Em que vivemos, morreremos. Colhe
O dia, porque és ele. Ricardo Reis, in “Odes”
Heterónimo de Fernando Pessoa

Top 10: Poetas Respondem Em Síntese O Que É O Amor

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Clarice Lispector Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.

Será mesmo? Leia os dois estilos e tire sua conclusão.

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Ler poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool. Especialistas em ciência, psicologia e literatura inglesa da universidade monitoraram a atividade cerebral de 30 voluntários que leram primeiro trechos de textos clássicos de Henry Vaughan,John Donne, Elizabeth Barrett Browning e Philip Larkin e depois essas mesmas passagens traduzidas para a “linguagem coloquial”.

O livro te faz criança, jovem, adulto...Você pode ser a personagem que quiser! Cultive essa certeza dia após dia :)

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Uma única certeza
demora em mim: o que em nós já foi menino não envelhecerá nunca. Mia Couto
No livro "Tradutor de Chuvas"
Fonte: https://www.facebook.com/miacoutooficial

“Ao entardecer”, poema de Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa)

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Ao Entardecer

Ao entardecer, debruçado pela janela,
E sabendo de soslaio que há campos em frente,
Leio até me arderem os olhos
O livro de Cesário Verde. Que pena que tenho dele! Ele era um camponês
Que andava preso em liberdade pela cidade.
Mas o modo como olhava para as casas,
E o modo como reparava nas ruas,
E a maneira como dava pelas cousas,
É o de quem olha para árvores,
E de quem desce os olhos pela estrada por onde vai andando E anda a reparar nas flores que há pelos campos … Por isso ele tinha aquela grande tristeza
Que ele nunca disse bem que tinha,
Mas andava na cidade como quem anda no campo
E triste como esmagar flores em livros
E pôr plantas em jarros…

Tardes Poéticas

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Biblioteca Gracinda dos Anjos de Sá Domingues 30/08 - 14h A Biblioteca convida a todos para uma sexta com poesia e leitura. Traga seu poema e venha aproveitar essa tarde conosco.
Entrada franca.
Indicação: livre.
Informações: 2229-5639.
R. Luiz Silvestri, s/nº, Jd. Bom Clima, Guarulhos.

Biblioteca privada de Fernando Pessoa disponível on-line

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“Porque eu sou do tamanho do que vejo  E não, do tamanho da minha altura...”

Antes, a biblioteca pessoal do poeta podia apenas ser consultada na Casa Fernando Pessoa mas, agora, já podemos encontrar todo o acervo online, constituído por 1142 livros.

As obras podem ser pesquisadas por ano, ordem alfabética e por categorias temáticas e é também possível encontrar algumas páginas com manuscritos do próprio Pessoa.

Todas as páginas dos volumes e manuscritos foram digitalizados e podem ser consultados página a página ou após o download completo de uma obra.

Esta iniciativa reuniu uma equipa de investigadores, incluindo Jerónimo Pizarro, e o apoio da Fundação Vodafone Portugal que possibilitaram a digitalização integral e publicação online da biblioteca. Segundo Pizarro, neste repositório podemos encontrar várias “anotações, comentários, traduções e outros diversos tipos de textos em prosa e em verso, para além de desenhos e exercícios caligráficos” do poeta.

Fonte: Blog do Galeno (http://www.…

BIBLIOTECA INDICA: DIA DOS SOLTEIROS

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Em homenagem a este 15 de agosto, Dia dos Solteiros, preparamos uma lista dos escritores e escritoras famosos que abraçaram – por motivos diversos, claro – a solteirice. Enfim, é uma lista modesta no tamanho, mas enorme na grandeza dos nomes. Confira:  Anne Bronte Arthur Rimbaud Emily Bronte Emily Dickinson Franz Kafka Federico Garcia Lorca Fernando Pessoa: "A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo."Gustave Flaubert Jane Austen:
"A imaginação de uma senhora é muito rápida; pula da admiração para o amor, e do amor para o matrimônio em um segundo." Lima Barreto Manuel Bandeira:


















Não quero amar,
Não quero ser amado.
Não quero combater,
Não quero ser soldado.

— Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples!

Marcel Proust
E que tal aproveitar este dia para ler tranquilamente uma das inúmeras obras escritas por estes grandes autores? Para facilitar sua busca, consulte nosso catálogo on line, anote a localização fís…

BIBLIOTECA INDICA: FIM DA ESCRAVIDÃO? LIBERDADE, AINDA QUE TARDIA.

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AZEVEDO, Aluísio. O mulato.
Localização física: F A986m Publicado em 1881, o primeiro romance do escritor maranhense é um libelo contra o preconceito racial. A questão abolicionista é tratada por meio de peripécias que acontecem em São Luís do Maranhão, na época a mais escravagista capital brasileira. O romance nos fornece uma boa visão do meio maranhense da época. Raimundo é mulato, mas ignora a própria cor e a sua condição de filho de escravo. Sendo doutor, estudara na Europa, não consegue entender as reservas que lhe faz a alta sociedade de São Luís. O personagem é dotado de encantos e poder sedutor junto às mulheres; o que não deixa de, pela idealização, aproximá-lo das personagens românticas.

ALVES, Castro. Os escravos.
Localização física: P A478e O poeta baiano Antonio Frederico de Castro Alves (1847-1871) é considerado um dos mais importantes poetas brasileiros de todos os tempos. De formação cultural sofis-ticada, construiu sua poesia sobre temáticas eminentemente brasileiras, alc…

VII Semana Castro Alves de Literatura e Artes

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Sarau em homenagem a Castelo Hanssen

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Sarau
Apresentações literárias e musicais em homenagem ao poeta de Guarulhos Castelo Hanssen.

Biblioteca Comunitária do CECAP
Av. Odair Santanelli, s/nº (atrás do Clube do CECAP)
Dia 10 de setembro de 2011/ sábado
16h às 20h