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Mostrando postagens de Março, 2019

"É que eu sou inventora, inventando todo dia um jeito de viver."

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"Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. (...)"

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Mundo dos Quadrinhos

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Os Novos 52: Universo DC
Em 2011, a DC Comics decidiu realizar um reboot total no seu Universo Regular. Essa iniciativa foi nomeada de Os Novos 52, como chegou ao Brasil. Antecedido pela saga Flashpoint – onde o Flash acorda em um universo alternativo onde a Mulher-Maravilha e o Aquaman estão em guerra, o Batman não é quem costuma ser e o Super-Homem nunca existiu – o reboot teve início quando, em Flashpoint #5, Barry Allen une todas as linhas temporais da DC numa só! Apesar da oportunidade de renovar toda a sua mitologia e história, a DC Comics optou por um meio termo: os núcleos que estavam funcionando bem pré-Os Novos 52, não teriam mudado. Por exemplo; o Batman e o Lanterna Verde praticamente não sofreram mudanças conceituais ou cronológicas (inclusive, a revista protagonizada por Hal Jordan em Os Novos 52 continuou escrita pelo mesmo roteirista e começa exatamente de onde parou pré-Flashpoint). Já os núcleos que não andavam muito bem das pernas, como o Super-Homem, a Mulher-Marav…

"Para que preciso de pés quando tenho asas para voar?"

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"Quem não tem amigo mas tem um livro tem uma estrada."

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"Não vale a pena viver sonhando e se esquecer de viver."

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"Quando na realidade o amor é uma coisa tão simples..."

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Projeto Poesia às 2as.feiras

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MEIRELES, Cecília. Dia de chuva. IN: Mar absoluto e outros poemas; Retrato natural. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1983. p.144 (Poiesis)

As espumas desmanchadas
sobem-me pela janela,
correndo em jogos selvagens
de corça e estrela.
Pastam nuvens no ar cinzento:
bois aéreos, calmos, tristes,
que lavram esquecimento.

Velhos telhados limosos
cobrem palavras, armários,
enfermidades, heroísmos...

Quem passa é como um funâmbulo,
equilibrado na lama
metendo os pés por abismos...

Dia tão sem claridade!
só se conhece que existes
pelo pulso dos relógios...

Se um morto agora chegasse
àquela porta e batesse,
com um guarda-chuva escorrendo,
e, como limo pela face,
ali ficasse batendo
-- ali ficasse batendo
aquela porta esquecida
sua mão de eternidade...

Tão frenético anda o mar
que não se ouviria o morto
bater à porta e chamar...

E o pobre ali ficaria
como debaixo da terra,
exposto à surdez do dia.

Pastam nuvens no ar cinzento.
Bois áereos que trabalham
no arado do esquecimento.

Em meio a Revolução Industrial, a matemática inglesa criou o ramo da programação de computadores

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"Cada coisa tem sua hora e cada hora seu caminho."

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"É pensando nos homens que eu perdoo aos tigres as garras que dilaceram."

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"A estrada da vida pode ser longa e áspera. Faça-a mais longa e suave. Caminhando e cantando com as mãos cheias de sementes."

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"A mente, essa ninguém pode escravizar."

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Oportunidades de oficinas gratuitas. Confira:

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"Acredito profundamente na habilidade dos humanos de se reinventarem e serem melhores."

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Participe, entrada gratuita!

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"Eu levanto a minha voz não para gritar, mas para aqueles que não tem voz possam ser ouvidos."

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Houve mudanças nas listas da Fuvest e da Unicamp. Confira:

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" O segredo de seguir em frente é começar a trabalhar."

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Projeto Poesia às 2as.feiras

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ANDRADE, Carlos Drummond de. Política literária. IN: Alguma poesia. 11a.ed., Rio de Janeiro, Record, 2010, p.43

A Manuel Bandeira


O poeta municipal
discute com o poeta estadual
qual deles é capaz de bater o poeta federal.

Enquanto isso o poeta federal
tira ouro do nariz.

"Sonhe. Tenha até pesadelos se necessário for, mas sonhe."

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"Não precisa ter pressa, não há necessidade de brilhar. Não precisa ser ninguém além de si mesmo."

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"Aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira."

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No mês das Mulheres conheça grandes personalidades femininas. Qual delas inspiram você?

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Projeto Poesia às 2as.feiras

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QUINTANA, Mario. O silêncio. IN: A cor do invisível. 2a.ed., São Paulo, Globo, 1989. p.52

O mundo, às vezes, fica-me tão insignificativo
Como um filme que houvesse perdido de repente o som.
Vejo homens, mulheres: peixes abrindo e fechando a boca num aquário
Ou multidões: macacos pula-pulando nas arquibancadas dos estádios...

Mas o mais triste é essa tristeza toda colorida dos carnavais
Como a maquilagem das velhas prostitutas fazendo trottoir.
Às vezes eu penso que já fui um dia um rei imóvel no seu palanque,
Obrigado a ficar olhando
Intermináveis desfiles, torneios, procissões, tudo isso...

Oh! decididamente o meu reino não é deste mundo!
Nem do outro...