Biblioteca Indica: Quadrinhos, técnicas e clássicos da literatura.


Para você que além de leitor de quadrinhos deseja saber mais sobre a 9ª Arte –Quadrinhos (cor, palavra, imagem) aqui encontrará livros que vão além da história. Confira: 

A Linguagem dos Quadrinhos. Vergueiro, Waldomiro; Santos, Roberto Elísio
Localização: 741.5 V617L
Este livro é bem abrangente e, como indicado na capa, é baseado na obra de Antonio Luiz Cagnin. Outro ponto de importância é que não é uma leitura para iniciantes na área, recomendado para quem já tem uma noção e leu ao menos um dos livros de Scott McCloud ou do mestre Will Eisner. Pode ser denso em alguns momentos, mas são tratados acadêmicos de gente que não apenas entende do assunto mas são docentes da área.


Linguagem HQ: Conceitos básicos. Chinen, Nobu
Localização: 741.5 C466a
O livro é fruto das atividades do autor como palestrante e professor. Nobu se coloca a favor daqueles que pretendem se dedicar às HQs. A última parte do livro é dedicada à produção gráfica, coisa que o artista de HQs não pode ignorar.








A História em Quadrinhos no Brasil; Vergueiro, Waldomiro; Santos, Roberto Elísio
Localização: 741.5(81)  V617h
As histórias em quadrinhos no Brasil começaram a ser publicadas no século XIX, adotando um estilo satírico conhecido como cartuns, charges ou caricaturas e que depois se estabeleceria com as populares tiras.




A Guerra dos Gibis. Gonçalo Júnior. 
Localização: 741.5(81) G623g
A guerra dos gibis narra a chegada dos quadrinhos ao Brasil, vindos dos Estados Unidos em meados da década de 1930, pelas mãos do jovem jornalista Adolfo Aizen, funcionário do jornal O Globo. Após mostrar a descoberta a Roberto Marinho - que não demonstrou o menor interesse -, Aizen lançou seu Suplemento Infantil no jornal A Noite. A novidade logo se tornou uma irresistível mania de crianças e adolescentes - e uma mina de ouro para editores de jornais e revistas, que se engalfinhavam na disputa por aquele mercado milionário. De febre juvenil e editorial, os quadrinhos passaram a ser duramente atacados por políticos, jornalistas, artistas, educadores, religiosos e toda sorte de palpiteiros, que enxergavam ali apenas "monstruosidades e imoralidades", "subliteratura infame", "analfabetismo, pobreza intelectual", "verdadeiras orgias de sadismo, pornografia e estupidez", "corrupção de menores", "mitologia truncada e monstruosa". 


Quadrinhos e Literatura: Diálogos Possíveis. Ramos, Paulo; Vergueiro, Waldomiro; Figueira, Diego.
Localização: 741.5 R145q
São muitas as perguntas que surgem quando se procura aproximar literatura e histórias em quadrinhos. A começar pela questão central: quadrinhos são literatura? Quadrinhos e Literatura - Diálogos Possíveis traz algumas respostas e levanta outras questões, abordadas por especialistas no tema. A obra reúne estudos sobre o assunto desenvolvidos em diferentes universidades do País. É a primeira vez que esses valiosos trabalhos são compilados numa mesma publicação. A discussão interessa não só aos interessados no tema, como pesquisadores de literatura, quadrinhos, comunicação, história e outras áreas das humanidades. Interessa também aos responsáveis pelo ensino brasileiro, que têm na literatura e nos quadrinhos dois dos eixos contemporâneos de incentivo à leitura.



Revolução do Gibi: A Nova Cara dos Quadrinhos no Brasil. Ramos, Paulo. 
Localização: 741.5 R145r
'Revolução do Gibi', definitivamente vale o quanto pesa! Trata-se de uma obra massiva, com mais de 500 páginas, que reúne de forma organizada, as publicações de um dos Blogs de quadrinhos de maior prestígio do Brasil. Uma coletânea de publicações do jornalista e autor Paulo Ramos, que tem como objetivo explicar as raízes do atual momento do mercado brasileiro de quadrinhos, descrevendo e analisando toda essa última década de transições do gênero no Brasil.



A Reinvenção dos Quadrinhos. Quando o Gibi Passou de Réu a Herói. Moya, Álvaro.
Localização: 741.5 M899r
O escritor, ilustrador, professor e conferencista Álvaro de Moya é considerado por muitos como o maior especialista em HQs do País — militando na área desde o final dos anos 40. Graças a sua perspicácia, intuição e empenho, em 1951, foi inaugurada uma exposição de quadrinhos no Centro Cultura e Progresso, um clube da juventude judaica localizado no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. Ali, pela primeira vez os quadrinhos foram apresentados ao público como Arte, justamente na época em que eles começavam a sofrer a maior repressão. A Reinvenção dos Quadrinhos é uma compilação de memórias de Álvaro de Moya que remontam àquela exposição e ao ambiente cultural da capital paulista de então.

Dois Irmãos. Moon, Fábio; Bá, Gabriel; Hatoum, Milton
Localização: HQAL M811d
Um dos livros mais importantes da literatura brasileira contemporânea, Dois irmãos vem, desde seu lançamento há quinze anos, conquistando novas gerações de leitores. E foi com o mesmo entusiasmo desses leitores que Fábio Moon e Gabriel Bá embarcaram na missão de adaptar o romance de Milton Hatoum para uma graphic novel. Os irmãos quadrinistas vêm igualmente arrebatando fãs e trazendo uma legião de leitores às HQs. Suas obras foram publicadas em diversos países, atravessando fronteiras culturais e políticas. Preservando a força narrativa de Hatoum, esta adaptação evidencia o talento de Bá e Moon na construção de histórias que alternam entre a tragédia, a delicadeza, a brutalidade e o humor.

O Árabe do Futuro: Uma Juventude no Oriente Médio (1978-1984). Sattouf, Riad; Fleck, Débora. 
Localização: HQGN S268a
Nascido na França em 1978, filho de pai sírio e mãe bretã, Riad Sattouf viveu uma infância peculiar. Ele tinha apenas três anos quando o pai recebeu um convite para lecionar em uma universidade da Líbia. Em Trípoli, o menino entrou em contato com uma cultura completamente distinta e precisou superar o estranhamento diante de novos costumes — experiência que se repetiria pouco depois na Síria, quando o pai foi trabalhar lá. Com o olhar inocente de uma criança, Riad oferece um importante relato sobre os contrastes entre a vida plácida na França socialista de Mitterrand e os regimes autoritários na Líbia de Kadafi e na Síria de Hafez al-Assad. A partir de suas próprias lembranças e sensações, o autor descreve como foi adaptar-se a realidades tão díspares e mostra detalhes de sua vida em família e da relação com outras crianças.
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