Esperança – Por Mario Quintana

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Mario Quintana, poeta gaúcho, era chamado de “poeta da esperança”, sobre ela chegou a dizer em entrevista:“O ditado diz que, enquanto há vida, há esperança. Eu digo que enquanto há esperança há vida. Porque nunca foi encontrado em nenhuma parte do mundo, num bolso de um suicida, um bilhete de loteria que fosse correr no dia seguinte”.  O seu tratamento poético da esperança não é ingênuo nem se confunde com o otimismo tolo. A propósito da diferença entre esperança e otimismo, vale a pena observar o que disse o escritor e psicanalista mineiro, radicado em Campinas, Rubem Alves: O poeta inglês Samuel Johnson observou que os saltos do ser humano não são, como se poderia esperar, de prazer em prazer mas de esperança em esperança. Por conta disso, talvez não seja exagero dizer que o homem é o único animal que tem esperança e que, por isso, é o único para o qual o futuro, e nele o ano novo, faz sentido. Neste vídeo, o ator Ivan Lima declama o belo poema Esperança – de Mario Quintana – confi…

Estudo comprova que leitura modifica a estrutura do cérebro

Se você é um ávido leitor, saiba que esse hábito pode mudar a estrutura do seu cérebro. Entenda como isso funciona:

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A maioria das pessoas já sabe os benefícios que a leitura traz para o cérebro: aumento da capacidade de manter a atenção, aumento do vocabulário, entre outras coisas. Entretanto, um estudo recente realizado pela Emory University, nos Estados Unidos, chegou a um resultado surpreendente: ler muito pode mudar a estrutura cerebral.

Estudos passados mostraram como cérebro se comporta durante a leitura. Agora, os pesquisadores Gregory S. Berns, Kristina Blaine, Michael J. Prietula e Brandon E. Pye quiseram entender se o hábito de ler pode trazer modificações mais permanentes ao cérebro. Eles desenvolveram um processo de leitura com estudantes da Emory University: um grupo misturou romances com livros relacionados aos seus cursos, e o outro grupo leu somente estudos e obras acadêmicas.

Após o fim da pesquisa, o resultado foi maior do que eles imaginavam. Os alunos que criaram o hábito de ler diferentes tipos de obras desenvolveram uma alta conectividade no córtex temporal esquerdo, área responsável pela assimilação da linguagem. Isso significa que eles conseguiam compreender e processar o que estava escrito de maneira mais rápida e completa do que pessoas que não possuíam o hábito de ler.

Além disso, as conectividades do córtex temporal esquerdo fazem com que o cérebro consiga conectar ideias (palavras) com as sensações que elas representam. Ou seja: ao lerem a palavra “correr”, os participantes que liam mais conseguiam sentir as sensações de uma corrida de maneira mais eficaz do que os outros.

A conclusão que os pesquisadores chegaram é que pessoas que possuem o hábito de ler conseguem sentir uma empatia maior com os personagens dos livros e, por isso, vivenciar uma experiência mais forte com a leitura. Que tal um bom livro? 

Fonte: universia.com
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