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Mostrando postagens de Junho, 2017

Para você não esquecer quais são as obras deste ano da FUVEST.

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Na hora de organizar sua rotina de estudos não esqueça de deixar um tempo reservado para a leitura!
Iracema – José de Alencar; Memórias póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis; O cortiço – Aluísio Azevedo; A cidade e as serras – Eça de Queirós; Vidas secas – Graciliano Ramos; Minha vida de menina – Helena Morley; Claro enigma – Carlos Drummond de Andrade; Sagarana – João Guimarães Rosa; Mayombe – Pepetela. Fonte: http://blog.cpv.com.br/

Dicas para quem pega livros emprestados.

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Quem aí costuma emprestar um livro a alguém? Pois é, assim como você a gente também empresta nossos maiores bens da Biblioteca.  E para você que pega emprestado, aqui vão alguns princípios valiosos:
- Se pegou emprestado, devolva. - Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue. - Só pegue emprestado se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila. - Se perdeu, compre outro e devolva. - Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva. - Não empreste livros que pegou emprestado. - Demorar para devolver é o mesmo que não devolver. - Esquecer de devolver é o mesmo que se achar o dono do livro. - Não misture com seus livros.
Siga essas dicas e aproveite sua leitura!
Fonte: texto adaptado e imagem http://fanficsmemoraveis.blogspot.com.br/

Alguns bons motivos para ler Drummond a vida inteira

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Há muitos poetas bons no século XX no mundo todo, alguns realmente bons e um grupo seleto de cinco ou seis que são a base da poesia do século passado. Para nossa alegria, entre eles, está o mineiro Carlos Drummond de Andrade. Seria impossível – até inútil – tentar uma definição da abrangente obra de Drummond. Sua poesia é forte, complexa, sem deixar de ser acessível ao leitor comum. Podemos encontrar poemas sobre todos os temas possíveis, temáticas dos poetas clássicos até angústias contemporâneas. Ele versou sobre a existência, refletindo o sentido da vida e pondo a cada novo livro uma nova questão acerca da grande questão. Em todos os livros, de “Alguma Poesia” a “Farewell”, toca nesse ponto caro à Poesia. Solidão, angústia e a existência são postos em xeque inúmeras vezes. Em A bruxa, o poeta diz: Nesta cidade do Rio,
de dois milhões de habitantes,
estou sozinho no quarto,
estou sozinho na América. Drummond também tratou do passado – pessoal e nacional. Ao investigar sua infância …

11 revelações de J.K. Rowling sobre Harry Potter que não estão nos livros

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Desde artefatos ilegais usados por Hermione a etnia de personagens famosos da saga. J.K. Rowling publicou o primeiro livro da saga Harry Potter no dia 26 de junho de 1997 e desde então não parou de imaginar e criar coisas novas para o mundo que cerca o bruxinho mais famoso do planeta. Como ela mesma disse em seu Twitter no vigésimo aniversário da data, "20 anos atrás um mundo onde eu vivia sozinha foi aberto repentinamente para outros. Tem sido maravilhoso. Obrigado."
A autora é assídua usuária do Twitter, onde faz algumas de suas revelações, mas seu principal meio para explicar as histórias por trás de cada personagem da série é o site criado por ela.
Dumbledore é gay
Em 2007, enquanto divulgava o lançamento do último livro da série, Harry Potter e as Relíquias da Morte, J.K. Rowling soltou sua primeira e mais bombástica revelação até hoje. Segundo a autora, o diretor de Hogwarts, Albus Dumbledore, é, na verdade, homossexual e teria se apaixonado por Gellert Grindelwald. Quando …

Tem uma perto de você, não tem?

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Mais livros: novidades de Junho.

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Veja vitrine completa aqui!

Projeto Poesia às 2as.feiras

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GULLAR, Ferreira. O açúcar. IN: Toda poesia (1950-1999). 10ed., Rio de Janeiro, José Olympio, 2001. p.165

O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.

Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor
que se dissolve na boca. Mas este açúcar
não foi feito por mim.

Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,
dono da mercearia.
Este açúcar veio
de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.

Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não nascem por acaso
no regaço do vale.

Em lugares distantes, onde não há hospital
nem escola,
homens que não sabem ler e morrem
aos vinte e sete anos
plantaram e colheram cana
que viraria açúcar.

Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.




Zygmunt Bauman “O Amor é mais falado do que vivido e por isso vivemos um tempo de secreta angústia ”. Conecte-se menos, se relacione mais.

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O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declarou que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo. Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem …

É fã da cultura asiática? Olha essa dica.

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Dúvidas sobre o que pode ou não pode por aqui?

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Acesse nosso regulamento:


O Casmurro Bentinho

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Por Thiago Sobreira de Paiva* e Edmilson José de Sá** | Foto: CP-Literatura 58 | Adaptação web Caroline Svitras Quem já teve a preocupação de consultar o dicionário sobre o sentido da palavra casmurro ou já o descobriu em alguma análise da obra de Machado de Assis, deve ter feito várias indagações sobre a relação lexicográfica com o conto Dom Casmurro, do autor do Realismo Brasileiro. No Dicionário de Antônio Houaiss, casmurro caracteriza o indivíduo teimoso, obstinado, cabeçudo e aí vem a pergunta: teria Bentinho, um dos protagonistas do conto, alguma razão para tal alcunha ou isso é coisa do leitor inexperiente? Talvez um olhar diferenciado sobre o contexto da obra ajude a tirar essa dúvida. Dom Casmurro é um exemplo da habilidade de Machado de Assis — e um nome como passou a ser chamado — como romancista, comprovado, aliás, em toda a sua obra. Na visão do escritor e jornalista paraense José Veríssimo Dias de Matos (1857 – 1916), trata-se do conto sobre um homem inteligente, porém simpl…

Esperança – Por Mario Quintana

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Mario Quintana, poeta gaúcho, era chamado de “poeta da esperança”, sobre ela chegou a dizer em entrevista:“O ditado diz que, enquanto há vida, há esperança. Eu digo que enquanto há esperança há vida. Porque nunca foi encontrado em nenhuma parte do mundo, num bolso de um suicida, um bilhete de loteria que fosse correr no dia seguinte”.  O seu tratamento poético da esperança não é ingênuo nem se confunde com o otimismo tolo. A propósito da diferença entre esperança e otimismo, vale a pena observar o que disse o escritor e psicanalista mineiro, radicado em Campinas, Rubem Alves: O poeta inglês Samuel Johnson observou que os saltos do ser humano não são, como se poderia esperar, de prazer em prazer mas de esperança em esperança. Por conta disso, talvez não seja exagero dizer que o homem é o único animal que tem esperança e que, por isso, é o único para o qual o futuro, e nele o ano novo, faz sentido. Neste vídeo, o ator Ivan Lima declama o belo poema Esperança – de Mario Quintana – confi…

Personagem criada por Monteiro Lobato, 'Cuca' vira meme internacional

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Bruxa criada pelo escritor taubateano para o público infantil ganhou destaque mundial nas redes sociais a partir da última semana.Cuca, personagem infantil do Sítio do Picapau Amarelo criada por Monteiro Lobato, virou meme nas redes sociais. As publicações, que viralizaram desde a última semana, ganharam os gringos e a vilã se transformou em um meme internacional. Inspirada em um dragão português com o nome de 'Coca', ela apareceu pela primeira vez nas obras do escritor taubateano no livro 'O Saci', de 1921. A partir daí, a espécie de bruxa ganhou destaque nas histórias do escritor, principalmente no Sítio do Picapau Amarelo. A figura, um réptil de cabelos loiros, deixou os estrangeiros curiosos sobre sua origem - não se sabe exatamente a origem do fenômeno. Um internauta de Nova York postou: "De onde vêm os GIFs desse jacaré de peruca e quem é ela?", publicou em sua conta no Twitter. where are the GIFs of that alligator in a wig coming from, who is she —June 16,…

Os 100 Livros Essenciais Da Literatura Mundial

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Jorge Luis Borges imaginou certa vez uma biblioteca que contivesse todos os livros do mundo – não apenas os existentes, mas também todos os possíveis. Mais: um único volume desse acervo fantástico ofereceria a chave de compreensão de todos os outros, permitindo que decifrássemos, afinal, o que somos. O texto, A Biblioteca de Babel, foi publicado no Brasil no livro Ficções, uma das 100 obras presentes na lista de 100 livros essenciais da literatura mundial. Esta lista, naturalmente, é mais modesta que o volume imaginado pelo escritor argentino, mas não deixa de ser ambiciosa na sua abrangência.
Seleção Essa seleção foi baseada nos estudos do crítico americano Harold Bloom, autor de O Cânone Ocidental e Gênio, além de rankings anteriores, como os da revista Time e da Modern Library, selo tradicional da editora americana Random House. No entanto, a decisão final coube à redação da revista BRAVO! e aos colaboradores especialmente convidados para este trabalho. Uma lista tão reduzida como e…