Biblioteca Indica: Consciência Negra

Racismo é produto da mediocridade intelectual. 


FREIRE, Marcelino. Contos negreiros.
Localização: C F934c
O autor escreve como quem pisa no massapé, chão de barro negro, como a fala preta amassada entre os dentes, no terreiro da sintaxe, dos diminutivos dobrados nas voltas da língua. 



FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala.
Localização: 316 F943c
Abordagens inovadoras de vida familiar, dos costumes públicos e privados, das mentalidades e das inter-relações étnicas revelam um painel envolvente e deliciosamente instigante da formação brasileira no período colonial. Da arquitetura real e imaginária da casa-grande e dos fluxos e refluxos do cotidiano da família patriarcal, emergiram traços da convivência feita de intimidade e dominação entre senhores e escravos e entre brancos, negros e índios que marcaram para sempre a sociedade brasileira.
VALENTE, Ana Lúcia E. F. Ser negro no Brasil hoje.  
Localização: 316.647.8 V249s
Racismo: uma doença que infecciona a sociedade brasileira.
Fale-se muito de uma perfeita democracia racial no Brasil, quando na verdade o preconceito, a segregação e a perseguição racial são crimes crônicos em nossa sociedade. E quem é a maior vítima do racismo brasileiro? É o negro.
Este livro procura refletir sobre essa doença social brasileira, mostrando as sutilezas que tentam mascarar seus sintomas e as possíveis formas de combatê-la.

ALVES, Castro. Os escravos.
Localização: P A478e
Este livro é uma reunião de poemas abolicionistas de Castro Alves, publicada doze anos após a sua morte. Inclui os famosos poemas “Navio negreiro” e “Vozes d´África.”
Navio negreiro” foi escrito anos depois da lei que aboliu o tráfico de escravos; como a lei não era completamente obedecida, o poeta se viu na obrigação de protestar. Ninguém foi mais veemente na poesia anti-escravagista do que Castro Alves, e isto fica claro neste livro.
KRISNAS, Antonio; ALAN, Alex. A saga de Palmares: Zumbi.
Localização: 94(81).027 K93s
A ideia do livro é popularizar a história de Zumbi, da escravidão negra no Brasil e do surgimento do quilombo de Palmares, por meio de imagem sequenciada. Nos quadrinhos, Zumbi aparece como um guerreiro musculoso e invencível, ao estilo dos super-heróis. Para o autor do livro, essa caracterização e o dinamismo das cenas de combate desenhadas por Allan Alex deverão atrair principalmente o público jovem, entre 12 e 18 anos, já fã dos quadrinhos.
 
LIMA, Heloísa Pires; GNEKA, George; LEMOS, Mário. A semente que veio da África.
Localização: J L698s
O vento, depois as águas, o barro, fazem parte da vida de uma sementinha que existe em toda a África. Dependendo de onde nasce, recebe um nome. Baobá mas também Embondeiro. Por viver até seis mil anos, se transformar num gigante na altura e na cintura, inspira muitas histórias para quem vive em torno dela. E convidamos o leitor para saborear algumas delas.
BARBOSA, Rogério Andrade. Outros contos africanos: para crianças brasileiras.
Localização: J B211o
Neste livro o autor faz um resgate de contos da cultura africana, cujos temais são universais e tradicionais, adaptando-os ao jovem leitor brasileiro. Sua leitura permite às crianças conhecer uma pequena parte da cultura e sabedoria da África e sugerem novas formas de reconhecer a riqueza que nasce da diversidade.São narrativas simples, recolhidas da tradição oral: o primeiro explica porque a galinha d angola tem as penas pintadas e a razão de seu canto característico - "tô fraca, tô fraca!" - e o segundo, o motivo de o porco ter o focinho curto. Divertem e ensinam, a um só tempo.

BARBOSA, Rogério Andrade; LIMA, Graça. Histórias africanas para contar e recontar.
Localização: J B211h
A mata escura, as crianças em volta da fogueira, o céu estrelado. É hora de ouvir histórias. Conduzidos pelas palavras de Rogério Andrade Barbosa, ingressamos no universo mágico dos contos africanos.
MACHADO, Ana Maria. Menina bonita do laço de fita.
Localização: J M129m
Um coelho branco apaixonado por uma criança negra. Isso é possível? Sim! Nosso coelhinho, aliás, vai além: quer também ter a pele escura, igualzinha à da linda menina. Além do caráter lúdico de sua criação, a autora coloca em cena, nesta obra, diversos aspectos muito debatidos nos dias de hoje, como a auto-estima das crianças negras e a fraternidade inter-racial. Razão suficiente para tornar Menina bonita do laço de fita um excelente livro infantil, com alta dosagem de sensibilidade.

PINSKY, Mirna; RAMOS, Ciça. Nó na garganta. 
Localização: J P725n
Nó na garganta é a história de Tânia, uma menina negra de 10 anos cuja família decidiu trocar a vida pobre e difícil na cidade grande por uma oportunidade diferente do litoral. No novo ambiente, Tânia defronta-se com a dura realidade do preconceito racial. Uma experiência amarga que a levará a descobrir coisas importantes a respeito de si mesma, como seu poder de enfrentar com dignidade as injustiças do mundo em que vivemos.

MARTINS, Georgina; EUGENIA, Maria. Minha família é colorida.
Localização: J M343m
Ângelo tem um irmão de cabelos lisos, uma mãe de cabelos ondulados e uma avó que é negra. Por que todo mundo é diferente? E como podem ser todos parte da mesma família, já que ninguém se parece? Junto com o protagonista desta história, o leitor vai perceber que muitas de suas raízes estão longe, em lugares que às vezes a gente nem imagina.



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