Enem in Cena. Venha terminar sua preparação de um jeito diferente.

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O que é?  O Projeto ENEM in CENA surgiu como proposta de ensino de temas interdisciplinares presentes no Exame Nacional do Ensino Médio de uma forma mais descontraída, lúdica e que vá além dos muros da escola tradicional. A escolha do teatro como pano de fundo surgiu como uma forma de apresentar os temas escolhidos pela equipe de professores em múltiplas linguagens, além de permitir um contato inicial ou a afirmação da cultura teatral no cotidiano dos jovens estudantes.
A Interdisciplinaridade no ENEM: 
O ENEM organiza seus cadernos de provas em quatro grandes áreas:

-  Linguagens, códigos e suas tecnologias; -  Ciências Humanas e suas Tecnologias; -  Matemática e suas Tecnologias; -  Ciências da Natureza e suas Tecnologias;

Uma poema escrito por ocasião da Proclamação da República


Uma saudação de Natal [1]
(De uma constelação de amigos do Norte para uma constelação de amigos do Sul, 1889-1990)


Bem-vindo, irmão brasileiro – teu amplo lugar está pronto!
Uma afetuosa mão – um sorriso do norte – uma instantânea saudação solar!
Deixa que o futuro cuide de si mesmo, no lugar em que revela seus tormentos e impedimentos,
Nossas, nossas as vascas do presente, a meta democrática, a aceitação e a fé;
Para ti, hoje, o nosso braço estendido, a nossa cabeça voltada – de nós para ti, os olhos cheios de expectação,
Tu, agrupamento livre! Tu, brilhante e lustroso! Tu aprendendo bem,
A luz do verdadeiro ensinamento de uma nação estampada no céu
(Mais brilhante que a Cruz, mais do que a Coroa)
A elevação que há de vir da soberba humanidade.

[1] WHITMAN, Walt. Folhas da relva. São Paulo, Martin Claret, 2005. p.519. (A obra-prima de cada autor)


P
W593f
WHITMAN, Walt
Folhas da relva. São Paulo, Martin Claret, 2005. 575p. (A obra-prima de cada autor)
Nesta obra, aprimorada por quase quatro décadas, o autor introduziu o verso livre e o tratamento poético das coisas cotidianas, dos progressos técnicos e da vida nas cidades. O autor é considerado o grande cantor da democracia estadunidense.

P
M95p
MATTOSO, Glauco
Poética na política: cem sonetos panfletários
São Paulo, Geração, 2004. 111p.
O soneto, forma clássica eternizada por Camões e Shakespeare, não é mais utilizada pelos poetas modernos, mas é com ele que o autor ataca (e como ataca!) a trágica mediocridade da política brasileira, sem deixar pedra sobre pedra.

C
G613s
GOMES, Dias
Sucupira: ame-a ou deixe-a
São Paulo, Círculo do Livro, 1982.170p.
Esta obra reúne sete episódios da série “O Bem-Amado” e traz personagens famosas em todo o país, como o Prefeito Odorico Paraguaçu, o Capitão Zeca Diabo, as irmãs Cajazeira, a Delegada Chica Bandeira, etc. Um microcosmo satírico do Brasil.

CR
J12p
JABOR, Arnaldo
Pornopolítica: paixões e taras na vida brasileira
Rio de Janeiro, Objetiva, 2006. 231p.
O autor é um tipo de jornalista que opina, que associa fato a ficção, procurando sínteses originais para entender os absurdos da realidade social. Assim, comenta política e costumes, artes e sexualidade.

CR
V619v
VERÍSSIMO, Luís Fernando
A versão dos afogados: novas comédias da vida pública
Porto Alegre, L&PM, 1997, 363p.
Este é um livro sobre o Brasil real. Nele o autor constrói o painel dos nossos dias. A análise precisa dos fatos, o humor, o ceticismo e a generosidade se combinam ao abordar o cotidiano de um país cujos contornos imprecisos revelam contradições e uma normalidade crivada de excepcionalidades.

F
B263t
BARRETO, Lima
Triste fim de Policarpo Quaresma
São Paulo, Klick, 1999. 192p. (Vestibular Estadão)
Publicado em folhetim em 1911 e em livro em 1915, esta obra narra a vida de um modesto funcionário público, em três estágios diferentes que correspondem, mais ou menos, às três partes em que se divide a obra. A primeira relata sua vida como funcionário público, a segunda, como proprietário rural, a terceira, como soldado voluntário na Revolda da Armada, de 1893.

F
L778p
LOBATO, Monteiro
O presidente negro
São Paulo, Globo, 2008. 202p.
Ambientado nos Estados Unidos, o país de Henry Ford que o autor tanto admirava, esta obra surpreende pelo caráter polêmico do futuro por ele imaginado. Através do porviroscópio, ficamos sabendo que em anos vindouros ocorrerá o c hoque provocado pela vitória, nas urnas, de um candidato que apenas metade da população norte-americana irá absorver.

F
M836b
MOREIRA, Pedro Rogério
Bela noite para voar: um folhetim estrelado por JK
Rio de Janeiro, Relume Dumará, 2006. 196p.
Neste romance, o narrador é o jornalista que descobre no diário de um menino dos anos 50 o fascínio que JK exercia pelo seu sorriso e pela sua vontade de voar. Mesmo sem entender o que acontecia a sua volta, mas de tanto ouvir as histórias dos aviadores que queriam derrubar JK, o menino imaginava o presidente em perigo nos céus do Brasil.

030
P95p
MAAR, Wolfgang Leo; MAGNOLLI, Demétrio; LEBRUN, Gerard
O que é política; o que é geopolítica; o que é poder
São Paulo, Círculo do Livro, sdp, 198p. (Primeiros passos, 8)
A política surge com a própria história, com o dinamismo de uma realidade em constante transformação que se revela insuficiente e insatisfatória e que não é fruto do acaso, mas resulta da atividade dos próprios homens vivendo em sociedade. Entre o voto nas urnas e a força das armas está uma gama variada de formas de ação que visa resolver conflitos de interesses, configurando assim a sua atividade política em sua questão fundamental: a relação com o poder.

030
P95p
DALLARI, Dalmo de Abreu
O que é participação política
São Paulo, Brasiliense, 1984. 99p. (Primeiros passos, 104)
Todos os indivíduos têm o direito e o dever de participar da vida social, procurando influenciar as decisões de interesse comum. Se ficarmos passivos, delegando as resoluções aos outros, um pequeno grupo, mais atuante e audacioso, acabará dominando. Participação política: um instrumento fundamental para a construção de uma nova sociedade, mais humana.

32
M255p
MAQUIAVEL, Nicolau
O príncipe
13ª.ed., Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1996, 156p.
Esta obra, escrita em 1513, expressa pela primeira vez a noção de Estado como forma de organização da sociedade do modo como a conhecemos hoje. É sobretudo por isso que seu autor é considerado o pai da moderna Ciência Política.

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